quinta-feira, 26 de novembro de 2009

A submissão do Filho

“Seja a atitude de vocês a mesma de Cristo Jesus, que, embora sendo Deus, não considerou que o ser igual a Deus era algo a que devia apegar-se; mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens. E, sendo encontrado em forma humana, humilhou-se a si mesmo, e foi obediente até a morte, e morte de cruz! Por isso Deus o exaltou a mais alta posição e lhe deu um nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai” (Filipenses 2: 5-11).
A Palavra de Deus nos diz que o Senhor Jesus e o Pai são um. No princípio era a Palavra (verbo) assim como no princípio era Deus. A Palavra era Deus e esta Palavra criou os céus e a terra. O Pai e o Filho são iguais, têm o mesmo poder, e existem simultaneamente. Mas há uma diferença em pessoa entre o Pai e o Filho.
Não se trata de uma distinção na natureza intrínseca, mas um arranjo na Deidade. A Bíblia diz que o Senhor não julgou como usurpação o ser igual a Deus. Usurpar significa tomar pela força. Portanto, a igualdade do Senhor com Deus não é algo que Ele tomou pela força. Não se trata de uma usurpação, porque, antes de mais nada, o Senhor tem a imagem de Deus.
O texto acima mostra, primeiramente, o esvaziar-se de Cristo e, depois a humilhação de si mesmo. Aqui o Senhor humilhou-se duas vezes, uma ao esvaziar-se em Sua Deidade, e a outra ao humilhar-se em Sua humanidade. Quando o Senhor veio à terra, Ele esvaziou-se da glória, poder, posição e imagem em Sua Deidade, tanto que os homens, desprovidos de revelação, não o reconheciam como Deus, considerando-o apenas um homem, um simples homem comum.
Na Deidade o Senhor escolheu voluntariamente ser o Filho, submetendo-se à autoridade do Pai. Portanto, Ele disse que o Pai era maior do que Ele. A posição de Filho foi uma escolha voluntária do nosso Senhor.
Na Deidade existe uma harmonia plena. Na Deidade há igualdade, todavia ela é maravilhosamente arranjada de tal forma que o Pai seja o Cabeça e o Filho se submeta. O Pai se tornou a representação da autoridade e o filho se tornou a representação da submissão.    

1 comentários:

claudio disse...

Jesus viveu na pele o submeter-se a Deus, e como está escrito, ele fez isso até a morte e morte de cruz. Não será esse o nosso desafio pessoal, nós seguindo o exemplo de Cristo aprendermos a nos submeter ao pai como Ele fez? E digo desafio porque qualquer termo que nos leve a sinônimos de submissão tenho tido dificuldade de encontrar na sociedade de uma forma geral e especificamente em lares, igrejas, pequenos grupos e outros. O desafio está aí, viver como Cristo viveu.

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